Andava sem medo pela rua com a câmera pendurada no pescoço (isso em 2011 não era tão perigoso quanto hoje, ou eu apenas era inconsequente), e logo fiz amigos online em grupos de fotografia que se tornaram presenciais, e tive companhia para os tão animados passeios fotográficos. Tudo era interessante e nos chamava a atenção, desde a tartaruga da Praça Tamandaré até o pescador no cais do porto.
E assim como a maioria dos iniciantes na fotografia, eu procurava os objetos do cotidiano para tentar ressignificar sua beleza, contrastando textura de prédios com o verde das arvores, descobria a simetria das ruas mais estreitas do centro da cidade. Admirava o sol por detrás das folhas na minha câmera Fuji Superzoom S2800 que ganhei de presente dos meus pais.